sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Muitas vezes me questiono….


E se no meio do deserto encontra-se semáforos, usados para o tráfego de veículos, e o mesmo tivesse, no conjunto de círculos de luzes coloridas, como cor de aviso, a de grande comprimento de onda – o vermelho.
Qual seria o meu comportamento?
Teria pois todo um problema civilizacional, de cidadania ou seria de ética…!!!

Ps. Acreditem que tal pensamento é verdadeiro. Ocorre-me sempre que me dirijo para Montesinho e numa dada localidade, confrontado com semáforos e…vá a que velocidade vá…passa sempre a vermelho!
Não, não pensem que é uma crítica velada a quem lá os colocou, pois, parto do princípio que quem os instalou é porque estava(m) ciente(s) da sua “necessidade”.

3 comentários:

Pequete disse...

Ah, vejo que ainda não aprendeu o truque! Os locais, o que fazem, é passar em excesso de velocidade. Assim apanham o semáforo desprevenido e ele não tem tempo de passar a vermelho. Ou, se passa, também não faz mal, porque o condutor vai tão depressa que já nem o vê...
A mim, o tal semáforo, faz-me lembrar um livro do Spirou e Fantásio, em que era instalado um semáforo numa recta à saída de Talmoroul, onde não havia cruzamento nem passava ninguém, excepto o polícia, pronto a multar quem se fartava de esperar que o semáforo passasse a verde.

alexandrecastro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alexandrecastro disse...

bom dia Ana. numa gargalhada vinda do fundo...deliciei-me com o Spirou e Fantásio!