sexta-feira, 13 de novembro de 2009

As terras estão a “ficar de …”


Sem a resposta para as perguntas, um dia de telha, levou-me a procurar o silêncio da noite.
Decidido a passeio, sem rumo, procurando desenhar um sentido para o olhar, na companhia da voz sempre “mágica” da emma shapplin, meti-me pela noite escura.
Vagueando, divagando… quando, diante da imensidão da noite, a atenção do olhar, a ordem de pensamentos, assumiu, por momentos, uma nova prioridade.
Em voz muda e em voz invisível, naquele sinal, os seus avisos, as suas perguntas, trespassaram a mente.
A sua aposição, a sua resposta, sempre demasiado parecida com a nossa, não nos poderia satisfazer.
A pergunta tem algo de “perverso”.
A “descoberta” corresponde, neste contexto, ao anúncio da “…. do rural”?

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