sábado, 24 de outubro de 2009

Surpreendido pelo arco-íris que beijou num repente o castelo e me deixou em silêncio.


Satisfeito com o “momento conseguido”, no pensamento alimentado por praxis e horas e horas de leituras, acariciando palavras, pensando em post´s - explanar teorias, preocupações legítimas e reais: cidades de interior, cidades históricas, cidades criativas…(e apesar do seu conceito se ter massificado – porque não, também, uma cidadela design district…) artigo de cosmopolitização da cidade, epifenómeno centrado no “vigor” das suas indústrias criativas, em ofertas culturais, qualidade e sofisticação dos seus equipamentos!!!


Queria partilhar. Depois… depois, são outras as lógicas (ilógicas) que aqui, ali e acolá se vão instalando.

…todo o conhecimento, todo o saber fazer, o acto de partilha… a luminosidade perdeu a vida nas nuvens.


Olho como o entardecer de Outono pousa suavemente sobre a cidade.
Surpreendido pelo arco-íris que beijou num repente o castelo e me deixou em silêncio, aquela tarde parecia um momento mágico em que sonhos e presságios de dias felizes ainda por vir passeavam nas ameias do castelo – um intenso convite a largar tudo e partir.


O céu é vasto como se guardasse um segredo imenso.
Risco os dias outra vez.
Desculpem, sim? Eu volto já.

1 comentário:

anabrantes disse...

..."sabes que os arco-íris são mágicos? Se fechares os olhos e exprimires um desejo com toda a tua força, o desejo realiza-se!"...até já!