terça-feira, 27 de outubro de 2009

na aldeia global

(…) Harvey parte del concepto de renta monopolista para definir la posición de los actores dominantes en el espacio urbano-regional: aquellos que poseen el capital suficiente para instalarse en lugares nodales de la globalización y obtener del sector público las inversiones necesarias en capital fijo para estos lugares, ciudades más o menos globales, sean competitivos.
La competitividad requiere apostar por la distinción, la diferencia, lo cual se expressa especialmente mediante la imagen o el perfil de la ciudad, la oferta cultural, el ambiente urbano. Pero, por outra parte, las firmas globalizadas tienden a la creación de produtos y entornos estandarizados, lo cual a la larga hará que todos los espacios globales dejen de ser competitivos. (…)


[In Capital financiero, propiedad inmobiliaria y cultura. David Harvey Neil Smith.
Museu d´Art Contemporani de Barcelona.]

2 comentários:

Pequete disse...

Pois, é uma pena que Bragança ainda não tenha percebido o quanto tem de diferente, único e excelente, e continue a querer à força transformar-se numa Amadora,Cacém, ou coisa pior - prédios e mais prédios, todos iguais uns aos outros, auto-estradas, barragens, jardins zool... perdão, parques biológicos, à porta de um dos mais magníficos parques naturais do país...

alexandrecastro disse...

Olá Ana
Tenho andado um pouco arredado destas lides cibernauticas…assim, só agora, mais uma achega…ao por si escrito:
…identidade cultural, na lógica da valorização da diferenciação territorial através de recursos endógenos.
Numa conclusão Sherlockiana termino com: elementar meu caro watsom!