domingo, 3 de maio de 2009

Evidências


Estes dias pelos meus lados são dias da feira das cantarinhas.

Como há já muito tempo que não me permitia um descanso, resolvi ir espairecer "a mente e a alma" e eis quando, nestas minhas deambulações, tropeço na figura de um vendedor de balões.
Talvez, fruto de tanta “informação a que agora me obrigo” (confesso: já vejo “cultura e figuras de cultura em todos os lados”….) e nos meus intermináveis monólogos interiores aqui fica a "ilustração mental" que me ocorreu à imagem do vendedor versus os seus balões:
O mundo da arte, remetendo-se a uma elite de entendidos, afasta-se do público em geral que dele nunca tem uma ideia humana.

1 comentário:

Paredes Cardoso disse...

E para que servirá a arte
se não dialoga,
se não gera emoções,
se não se humaniza,
na alma da gente?
Um abraço Alexandre