terça-feira, 28 de abril de 2009

Dois contos




…e não poderíamos chamar-lhes de outro modo!!!

Por outras palavras


A arte só tem duas versões: a dos grandes e a dos simples.
Meditando nesta frase de Miguel Torga, na atitude de uma fotografia capaz de realizar infinitas “montagens”.

sábado, 25 de abril de 2009

O carácter da imagem


Há dias assim!
Hoje tudo o que me apetece dizer está aqui!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Insinua-nos a dúvida


Fazer ou não fazer algo algo, só depende da nossa vontade e perseverança.
Albert Einstein

Vou direito ao assunto:
Como? Deixando que a nossa atenção se pouse, por exemplo, num espantalho.


O segredo é fixar o objecto e construir à volta deste o discurso:
“preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação.

Porque a sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você.

E o que os outros pensam é problemas deles.”

O poder da palavra escrita liga-se assim ao vivido como origem e como fim.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

…na corda bamba…


Ao contrário do que geralmente se crê, por muito que se tente convencer-nos do contrário, as verdades únicas não existem: as verdades são múltiplas, só a mentira é global.

José Saramago

segunda-feira, 13 de abril de 2009

incursões


Com o intuito de analisar as relações entre públicos urbanos e criação cultural “devoro” num conjunto multifacetado de estratégias de pesquisa: livros e mais livros, consultas e mais consultas, desejando “apreender” análises estatísticas (tentando enquadrar, perceber, entender as realidades), observando - descodificando em particular os cenários em que se encontram, no indispensável confronto entre o que dizem e o que eles efectivamente fazem (de outro modo como avaliar realidades distintas?) que nos conduz a atitudes de desorientação e perplexidade perceptiva.


Dando corpo ao que sinto nesta minha “odisseia” remeto para a leitura do grafitado fotografado pelo fresco da manhã…


Ps. E tudo começou com a leitura de Sophia de Mello Breyner Andresen in O Búzio de Cós e Outros Poemas.


A Activista Cultural
O passo decidido não acerta com o cismar do
palácio
O ouvido não ouve a flauta da penumbra
Nem reconhece o silêncio
O pensamento nada sabe dos labirintos do tempo
O olhar toma nota e não vê


Ps2.ocorre-me um segundo pensamento: como se fará para pedir adiantamento de prazo para entrega de tese….!


Ps3. Fiquei a pensar no que acabei de escrever. Não sou muito dado a desistências. Assim e mesmo não sabendo que significado o “artista do grafitte” atribuiu às iniciais GPS. Será que ficará aborrecido se as assumir como uma ordem e as subverter a meu contento?

Esperando que não leve a mal:
- Grande Porra Seca! Encontre-se…, lá terei que seguir a sugestão!!!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A poesia dos simples




Regressamos sempre aos velhos lugares…!

Ps. Perdemos os sonhos ou são os sonhos que nos perdem!