terça-feira, 30 de setembro de 2008

Orientação no ambiente


O conceito de sinal representando uma indicação, uma ordem, uma advertência, uma proibição ou uma instrução, o seu objectivo não é apenas comunicar, mas sobretudo produzir uma reacção imediata no observador.
A sinalização pública requer um reconhecimento imediato e o visitante assimila com relativa rapidez o processo de aprendizado desses sinais.
Em todo o caso essa área é um terreno em que convêm movimentar com cautela.


Para com esta última afirmação, temos de voltar ao princípio da história.


Se numa madrugada de Setembro, placidamente instalados em plena natureza observando a brama dos veados e se de repente aparecesse vindo do nada um indivíduo pertencente a um organismo do estado ligado aos serviços florestais, e com maus modos vos informasse que era proibido estar naquele local, vos fizesse sentir co-responsáveis pelo facto de um humilde caçador não conseguir abater um veado e como tal ter que ser reembolsado da quantia “investida” para a caçada…qual seria a vossa reacção?

Fica-se em silêncio! O visitante não se desacreditou tanto por ser revelado uma lacuna nos seus conhecimentos mas por ter infringido as regras.

Esta resposta provocaria uma ruidosa gargalhada aos leitores e faria com que o visitante, no seu atrapalhamento, ficasse com ar de um perfeito imbecil.

Isto não é um passeio no bosque da ficção! Aconteceu!

Ps. Esqueci de referir que a somar ao já descrito também tive a informação que já tinha sido dado ordem à GNR para apreensão do meu carro….pois tal como nós também ele não poderia estar estacionado naquela zona…! Abençoado A.P. que espicaçou a minha curiosidade de cidadão na procura da legalidade!
Oxalá nos encontremos na próxima brama!!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Quando de uma escolha se trata


Era uma vez…. Dizem que é assim que começam todas as histórias, umas mais de encantar, outras menos.
Infelizmente, cada vez mais o “era uma vez….” está menos presente nos nossos dias.
Somos aquilo que pensamos, sentimos e sonhamos, sejam eles bons ou maus…não lhes parece!