sexta-feira, 22 de junho de 2007

Não me contento.


E isto continua [SOLIDÃO] … simplesmente não consigo mudar a minha maneira de ser...


Porque apenas nos damos conta de quão solitário é o nosso caminho quando estamos junto dos outros?


Às vezes parece que ponho mais coisas em causa que os outros!
Talvez não seja assim, talvez seja apenas impressão!


A vida exige que a ausência se instale ???

2 comentários:

JRL disse...

Olá Alexandre,

Também eu gosto do que aqui se sente, pelo que, virei visitá-lo sempre que puder.
Esse sentimento de não pertença (solidão), hoje tão generalizado..., sente-se em qualquer altura, em qualquer lugar e não há quem possa dizer que nunca o sentiu. E como somos gregários, a não pertença sente-se mais quando é suposto sentirmos que pertencemos, ou seja, quando estamos junto de outros.
A esse dia certamente que se seguirão muitos outros em que irá sentir que pertence de corpo e alma :))

Manuela Viola disse...

Todos nós , que vivemos de "olhos abertos", passamos a vida a questionar. O que é preciso é que isso não nos domine, nos entristeça, nos anule. Questionar é saudávei. Deixarmo-nos dominar por isso é que já não é.
Solidão todos nós sentimos sempre algum dia, algum momento. Quantas pessoas estão acompanhadas e numa profunda solidão? Quantas estão sózinhas e não sentem qualquer solidão? Então como se explica isto? Não estará dentro de cada um de nós o "problema"? Não queremos nós que os "outros" nos resolvam isso? Porque não resolvermos nós?
Um abraço Alexandre. Fique bem.