quarta-feira, 23 de maio de 2007

Passado. Presente. Futuro.


Cada vez mais propenso ao silêncio
É escusado. Espero, espero, mas o quê?
Do fundo do abismo onde caí, não sei o que hei-de fazer à vida.
Trabalho excessivamente, sofro excessivamente, ciente que não são as ilusões que me determinam os passos que dou para viver. É o amor-próprio.

Confidências e mais confidências.

Está visto vou acabar assim desesperado. O defeito deve ser meu.

E era tão fácil ter paz!

1 comentário:

Manuela Viola disse...

Eu aprendi ao longo da vida a evitar sofrer. Costumo dizer que não quero depressões... só quero depressinhas.
Nós temos mesmo é que VIVER o melhor possível, cada um à sua maneira, claro. O ontem já passou, o amanhã é uma incógnita, mas hoje nós sabemos!